
Próxima turma: 12 de maio de 2026
Um novo olhar sobre a
Governança Corporativa no Brasil
Governança Corporativa no Brasil
O Advanced Board Leaders Program prepara os Conselheiros e C-level para a tomada de decisão complexa, em um ambiente dinâmico e competitivo, ancorada em princípios, valores e virtudes a partir de uma precisa leitura de cenários e de um diagnóstico concreto das necessidades da organização.
A nova Governança exige de Conselheiros e de executivos à frente dos negócios um conjunto de habilidades e virtudes cada dia mais completo: a capacidade técnica excelente é obrigatória, mas não é suficiente.
Estas posições requerem uma base moral sólida, muita habilidade política e uma formação humana que diferenciam a sua capacidade de tomada de decisão. Para tomar a decisão correta e apoiar a sua implementação por meio da gestão é vital dimensionar impactos, corrigir rotas e, principalmente, engajar todos os stakeholders.
Qual o papel político do conselho?
O que determina um Conselheiro Independente para que sua opinião possa ser verdadeiramente isenta?
Quais são os papéis, responsabilidades, riscos e consequências dos conselhos Consultivos e de Administração?
Como migrar do papel de executivo para o papel de conselheiro?
Público: Membros de Conselho, C-Level, Diretores Gerais e Proprietários de Empresas interessados em formar um Conselho.
Aulas com uma abordagem integral da governança nacional e internacional, com professores exclusivos e experientes.
Duração: 5 módulos mensais presenciais de 1 dia e meio às terças e quartas-feiras
30 casos reais de tomada de decisão sob a perspectiva do Conselho.
Simulação de Gestão de Crise em Conselho: estrutura de poder/ composição do Conselho/ Papel do Presidente do Conselho.
Conheça mais sobre
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Nosso objetivo é ir além:
O ISE Business School desenvolveu o Advanced Board Leaders Program para colocar em discussão os dilemas e tradeoffs do processo de tomada de decisão vividos diariamente pelos conselheiros ao assumir o compromisso de cuidar da perenidade do negócio ao mesmo tempo em que atuam com responsabilidade, zelando pelo bem comum da sociedade.
Nossa proposta é direcionar a atenção para a importância de implementar princípios norteadores na gestão das empresas brasileiras, para que os Conselheiros estejam aptos a tomar decisões dirigidas ao propósito das empresas, centrados nas pessoas e capazes de criar valor no curto prazo, ao mesmo tempo que constroem os resultados de longo prazo.
Pilares do Programa
Pilar 1
Repensar a Governança
A governança pode ser repensada para servir tanto à perenidade dos negócios quanto ao bem comum da sociedade
- Revisitar a razão de existir das empresas e seu papel na sociedade
- Princípios e fundamentos éticos na tomada de decisão
- Decisões voltadas para a perenidade do negócio e o bem comum
- A relação entre o propósito, a propriedade, a remuneração do capital e a responsabilidade
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As decisões tomadas no Conselho geram valor quando partem de princípios e valores éticos e são guiadas por um preciso diagnóstico do contexto socialpolítico-econômico e organizacional. Fazse necessário revisitar as premissas da Governança Corporativa nas empresas brasileiras, considerando a razão de existir das organizações e o seu papel na sociedade. Essa perspectiva amplia a complexidade do processo decisório, exigindo prudência para conciliar resultado, propósito, perenidade e responsabilidade pelo entorno.
Pilar 2
Pessoas no centro da tomada de decisão
A centralidade na pessoa como elemento de princípio, meio e fim na tomada de decisão
- As Pessoas como fundamento da boa Governança
- Conselho em Ação: fidelidade no essencial, flexibilidade no acidental
- Competitividade e agilidade: a governança viabilizadora da decisão de qualidade no timing de mercado
- Prevenção e avaliação de riscos e suas nuances
- Decisões financeiras: resultado, investimento, valuation
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O princípio da Centralidade na Pessoa traz uma série de desafios para as organizações e respectivos Conselhos. Trata-se de um paradigma que estabelece uma nova perspectiva para a tomada de decisão, mais ética e humana. Cabe ao Conselho zelar pela gestão dos talentos da organização, criar um ambiente que favoreça o seu florescimento e desenvolvimento, de forma que a organização cresça a partir de seu capital humano. Quanto melhores forem as pessoas, melhores serão as decisões com relação à gestão e prevenção dos riscos, à entrada em novos mercados, às fusões e aquisições, à inovação e demais estratégias organizacionais que podem consolidar de fato uma vantagem competitiva para a organização.
Pilar 3
Relações de Confiança
Desenvolvimento de lideranças éticas e confiáveis, superando modelos tradicionais de governança.
- A origem das falhas éticas, humanas e de governança
- A formação ética da pessoa na tomada de decisão
- A Direção de Empresas para muito além das normas, códigos e modelos
- Integração de visão jurídica com a estratégia dos negócios
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Exploraremos a importância das relações de confiança nas organizações e o papel crucial que lideranças éticas desempenham nesse processo. Para garantir um ambiente de confiança, as empresas precisam ultrapassar modelos tradicionais de governança e desenvolver práticas que promovam a integridade e a transparência em todos os níveis. Analisaremos as falhas e os desafios de Governança a partir de casos emblemáticos e discutiremos como os modelos de compliance devem dar lugar à ética da pessoa, a partir da formação do caráter. A governança como “modelo” deve ser substituída pela capacidade de governo das lideranças, decidindo pelo que é bom, correto e adequado na circunstância em que está inserida a organização.
Pilar 4
Perenidade dos Negócios
A estratégia, a inovação e a gestão do talento como sustentação do negócio
- O Papel do conselho na formulação estratégica e no fomento à inovação
- A responsabilidade do Conselho na sucessão
- Alocação de capital e os desafios de crescimento
- Conciliação de resultados de curto e longo prazo
- Transformação digital, volatilidade e incerteza
- Importância do uso de dados, reconhecendo suas limitações
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Pilar 5
O papel do Conselheiro
As habilidades e virtudes essenciais para os conselheiros tomarem boas decisões
- Conselho como guardião da estratégia, cultura e propósito
- Habilidades técnicas, morais e políticas essenciais para conselheiros
- Relações de confiança com stakeholders
- Identidade corporativa, reputação e imagem de marca
- Verdade, opinião, certeza: os dilemas da comunicação
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O Conselho deve estar a serviço do negócio, possibilitando uma tomada de decisão com a agilidade necessária para que a empresa cumpra com o seu propósito na sociedade. O papel do Conselho no acompanhamento da implementação da estratégia é favorecer um sistema de gestão e incentivos coerentes e consistentes com a estratégia, cultura e propósito da organização, permitindo o constante desenvolvimento humano e social.
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Método do Caso
Criado por Harvard e utilizado pelo ISE, o Método do Caso é adotado em todo o programa.
Você será desafiado a tomar uma decisão de negócio colocando-se no papel do conselheiro que avalia as decisões do CEO e das principais lideranças da organização.
Poderá ainda somar os inputs de colegas e professores a sua experiência pessoal, ampliar exponencialmente sua visão global e ser desafiado a repensar sua tomada de decisão.
Tudo isso em um ambiente seguro e voltado a uma experiência de aprendizado conjunto.
Casos já Estudados

O Papel do Conselho
A WeWork, fundada por Adam Neumann em 2010, destacou-se no mercado de coworking ao alugar espaços comerciais e subdividi-los, oferecendo uma proposta de “espaço como serviço”. Apesar de um crescimento rápido e uma avaliação de mercado que chegou a US$ 47 bilhões, a empresa enfrentou uma série de problemas que culminaram na tentativa frustrada de abertura de capital (IPO) em 2019.
Como lidar com a falta de governança corporativa efetiva? Como equilibrar crescimento rápido e sustentabilidade financeira? Como restaurar a confiança dos investidores? Como Conselheiro, você precisará identificar as questões centrais para entender o declínio da WeWork e os desafios futuros que precisariam ser resolvidos para garantir a perenidade da empresa.

O Propósito corporativo e o choque de valores na sociedade
O caso da Chick-fil-A, rede de fast-food norte-americana, destaca a trajetória da empresa, que tem suas operações e propósito firmemente ancorados em valores cristãos e os desafios que enfrenta devido às críticas de grupos que defendem os direitos LGBTQIA+. A expansão internacional da companhia trouxe novos obstáculos, com protestos significativos no Canadá e no Reino Unido, o que levou à decisão de encerrar uma loja em Reading, na Inglaterra, poucos meses após sua abertura. Como membro do Conselho, como você avaliaria o alinhamento dos valores corporativos com as mudanças sociais e culturais? Como avançar com a expansão internacional sem renunciar ao propósito e com atenção aos comportamentos da sociedade?

O Papel do Conselho Fiscal na Governança Corporativa de uma empresa familiar
Após o falecimento de seu fundador Francisco Machado e, mais tarde, de seu sucessor e filho, José Carlos, a Cia Metal Machado (CMM) enfrenta uma crise de liderança com Sônia e Ana Beatriz (filhas de Francisco) no comando. A instabilidade agrava-se com a desconfiança dos demais herdeiros quanto à capacidade das duas irmãs de gerir a empresa. Em meio à pressão externa e conflitos familiares, a criação de um Conselho Fiscal é proposta para garantir transparência e adequada gestão durante um período crítico de transição. Este caso oferece uma rica discussão sobre estratégias de sucessão, desafios de gestão em empresas familiares e a influência de fatores externos nos negócios, como a pandemia de Covid-19. Como lidar com a falta de confiança dos acionistas e manter a governança eficaz? Qual é a melhor forma de resolver o conflito entre herdeiros e preservar o futuro da empresa? Como garantir o crescimento sustentável da empresa em um setor cíclico? Como membro do Conselho, qual a sua orientação?

Gestão de Risco e a importância da composição do Conselho
O caso do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, MG, ocorrido em 2019, destaca-se como um dos maiores desastres humanitário, industrial e ambiental da história do Brasil, resultando na morte de 270 pessoas e graves consequências para a empresa, controladora da barragem. A tragédia trouxe à tona questões fundamentais sobre a governança corporativa e a responsabilidade de gestão da empresa. Qual é o papel do Conselho de Administração em tragédias dessa magnitude? Como o Conselho pode atuar para evitar desastres desta magnitude? É possível restaurar a confiança pública e dos investidores e acionistas?
Os casos são constantemente renovados para explorar dilemas reais e atuais de negócios ocorridos em diversos setores e países com objetividade e circunspecção, considerando os contextos de mercado e as necessidades das organizações.
- Exercite e aprimore a tomada de decisão, habilidades e competências
- Aplique os aprendizados na sua organização
- Decida a partir da perspectiva do Conselho
- Troque experiências com profissionais de diferentes setores
Faculty do Programa
Professores exclusivos, com vasta experiência prática adquirida por meio de um intenso e direto contato com a realidade do mercado brasileiro.
Governança por nosso
corpo acadêmico
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