Um novo olhar sobre a
Governança Corporativa no Brasil

O Advanced Board Leaders Program prepara os Conselheiros e C-level para a tomada de decisão complexa, em um ambiente dinâmico e competitivo, ancorada em princípios, valores e virtudes a partir de uma precisa leitura de cenários e de um diagnóstico concreto das necessidades da organização.

A nova Governança exige de Conselheiros e de executivos à frente dos negócios um conjunto de habilidades e virtudes cada dia mais completo: a capacidade técnica excelente é obrigatória, mas não é suficiente.

Estas posições requerem uma base moral sólida, muita habilidade política e uma formação humana que diferenciam a sua capacidade de tomada de decisão. Para tomar a decisão correta e apoiar a sua implementação por meio da gestão é vital dimensionar impactos, corrigir rotas e, principalmente, engajar todos os stakeholders.

Qual o papel político do conselho?

O que determina um Conselheiro Independente para que sua opinião possa ser verdadeiramente isenta?

Quais são os papéis, responsabilidades, riscos e consequências dos conselhos Consultivos e de Administração?

Como migrar do papel de executivo para o papel de conselheiro?

Público: Membros de Conselho, C-Level, Diretores Gerais e Proprietários de Empresas interessados em formar um Conselho.

Aulas com uma abordagem integral da governança nacional e internacional, com professores exclusivos e experientes.

Duração: 5 módulos mensais presenciais de 1 dia e meio às terças e quartas-feiras

30 casos reais de tomada de decisão sob a perspectiva do Conselho.

Simulação de Gestão de Crise em Conselho: estrutura de poder/ composição do Conselho/ Papel do Presidente do Conselho.

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Nosso objetivo é  ir além:

O ISE Business School desenvolveu o Advanced Board Leaders Program para colocar em discussão os dilemas e tradeoffs do processo de tomada de decisão vividos diariamente pelos conselheiros ao assumir o compromisso de cuidar da perenidade do negócio ao mesmo tempo em que atuam com responsabilidade, zelando pelo bem comum da sociedade.

Nossa proposta é direcionar a atenção para a importância de implementar princípios norteadores na gestão das empresas brasileiras, para que os Conselheiros estejam aptos a tomar decisões dirigidas ao propósito das empresas, centrados nas pessoas e capazes de criar valor no curto prazo, ao mesmo tempo que constroem os resultados de longo prazo.

Pilares do Programa

Pilar 1
Repensar a Governança

A governança pode ser repensada para servir tanto à perenidade dos negócios quanto ao bem comum da sociedade

  • Revisitar a razão de existir das empresas e seu papel na sociedade
  • Princípios e fundamentos éticos na tomada de decisão
  • Decisões voltadas para a perenidade do negócio e o bem comum
  • A relação entre o propósito, a propriedade, a remuneração do capital e a responsabilidade

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As decisões tomadas no Conselho geram valor quando partem de princípios e valores éticos e são guiadas por um preciso diagnóstico do contexto socialpolítico-econômico e organizacional. Fazse necessário revisitar as premissas da Governança Corporativa nas empresas brasileiras, considerando a razão de existir das organizações e o seu papel na sociedade. Essa perspectiva amplia a complexidade do processo decisório, exigindo prudência para conciliar resultado, propósito, perenidade e responsabilidade pelo entorno.

Pilar 2
Pessoas no centro da tomada de decisão

A centralidade na pessoa como elemento de princípio, meio e fim na tomada de decisão

  • As Pessoas como fundamento da boa Governança
  • Conselho em Ação: fidelidade no essencial, flexibilidade no acidental
  • Competitividade e agilidade: a governança viabilizadora da decisão de qualidade no timing de mercado
  • Prevenção e avaliação de riscos e suas nuances
  • Decisões financeiras: resultado, investimento, valuation

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O princípio da Centralidade na Pessoa traz uma série de desafios para as organizações e respectivos Conselhos. Trata-se de um paradigma que estabelece uma nova perspectiva para a tomada de decisão, mais ética e humana. Cabe ao Conselho zelar pela gestão dos talentos da organização, criar um ambiente que favoreça o seu florescimento e desenvolvimento, de forma que a organização cresça a partir de seu capital humano. Quanto melhores forem as pessoas, melhores serão as decisões com relação à gestão e prevenção dos riscos, à entrada em novos mercados, às fusões e aquisições, à inovação e demais estratégias organizacionais que podem consolidar de fato uma vantagem competitiva para a organização.

Pilar 3
Relações de Confiança

Desenvolvimento de lideranças éticas e confiáveis, superando modelos tradicionais de governança.

  • A origem das falhas éticas, humanas e de governança
  • A formação ética da pessoa na tomada de decisão
  • A Direção de Empresas para muito além das normas, códigos e modelos
  • Integração de visão jurídica com a estratégia dos negócios

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Exploraremos a importância das relações de confiança nas organizações e o papel crucial que lideranças éticas desempenham nesse processo. Para garantir um ambiente de confiança, as empresas precisam ultrapassar modelos tradicionais de governança e desenvolver práticas que promovam a integridade e a transparência em todos os níveis. Analisaremos as falhas e os desafios de Governança a partir de casos emblemáticos e discutiremos como os modelos de compliance devem dar lugar à ética da pessoa, a partir da formação do caráter. A governança como “modelo” deve ser substituída pela capacidade de governo das lideranças, decidindo pelo que é bom, correto e adequado na circunstância em que está inserida a organização.

Pilar 4
Perenidade dos Negócios

A estratégia, a inovação e a gestão do talento como sustentação do negócio

  • O Papel do conselho na formulação estratégica e no fomento à inovação
  • A responsabilidade do Conselho na sucessão
  • Alocação de capital e os desafios de crescimento
  • Conciliação de resultados de curto e longo prazo
  • Transformação digital, volatilidade e incerteza
  • Importância do uso de dados, reconhecendo suas limitações

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Definir estratégias de crescimento, quando e como adquirir empresas, traçar cenários e tomar decisões de alocação de recursos é desafiador para qualquer negócio. O desafio é ainda maior no Brasil, por suas dimensões e aspectos políticos, econômicos e sociais. Alcançar resultados de curto e longo prazos em ambientes voláteis, complexos e incertos é tanto Arte quanto Ciência. O uso de dados pode ser uma grande ferramenta, mas está longe de ser suficiente. O Conselho, junto da alta liderança, deve estar preparado para enfrentar essa realidade no tempo do negócio.

Pilar 5
O papel do Conselheiro

As habilidades e virtudes essenciais para os conselheiros tomarem boas decisões

  • Conselho como guardião da estratégia, cultura e propósito
  • Habilidades técnicas, morais e políticas essenciais para conselheiros
  • Relações de confiança com stakeholders
  • Identidade corporativa, reputação e imagem de marca
  • Verdade, opinião, certeza: os dilemas da comunicação

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O Conselho deve estar a serviço do negócio, possibilitando uma tomada de decisão com a agilidade necessária para que a empresa cumpra com o seu propósito na sociedade. O papel do Conselho no acompanhamento da implementação da estratégia é favorecer um sistema de gestão e incentivos coerentes e consistentes com a estratégia, cultura e propósito da organização, permitindo o constante desenvolvimento humano e social.

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Método do Caso

Criado por Harvard e utilizado pelo ISE, o Método do Caso é adotado em todo o programa.

Você será desafiado a tomar uma decisão de negócio colocando-se no papel do conselheiro que avalia as decisões do CEO e das principais lideranças da organização.

Poderá ainda somar os inputs de colegas e professores a sua experiência pessoal, ampliar exponencialmente sua visão global e ser desafiado a repensar sua tomada de decisão.

Tudo isso em um ambiente seguro e voltado a uma experiência de aprendizado conjunto.

Casos já Estudados

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O Papel do Conselho

A WeWork, fundada por Adam Neumann em 2010, destacou-se no mercado de coworking ao alugar espaços comerciais e subdividi-los, oferecendo uma proposta de “espaço como serviço”. Apesar de um crescimento rápido e uma avaliação de mercado que chegou a US$ 47 bilhões, a empresa enfrentou uma série de problemas que culminaram na tentativa frustrada de abertura de capital (IPO) em 2019.

Como lidar com a falta de governança corporativa efetiva? Como equilibrar crescimento rápido e sustentabilidade financeira? Como restaurar a confiança dos investidores? Como Conselheiro, você precisará identificar as questões centrais para entender o declínio da WeWork e os desafios futuros que precisariam ser resolvidos para garantir a perenidade da empresa.

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O Propósito corporativo e o choque de valores na sociedade

O caso da Chick-fil-A, rede de fast-food norte-americana, destaca a trajetória da empresa, que tem suas operações e propósito firmemente ancorados em valores cristãos e os desafios que enfrenta devido às críticas de grupos que defendem os direitos LGBTQIA+. A expansão internacional da companhia trouxe novos obstáculos, com protestos significativos no Canadá e no Reino Unido, o que levou à decisão de encerrar uma loja em Reading, na Inglaterra, poucos meses após sua abertura. Como membro do Conselho, como você avaliaria o alinhamento dos valores corporativos com as mudanças sociais e culturais? Como avançar com a expansão internacional sem renunciar ao propósito e com atenção aos comportamentos da sociedade?

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O Papel do Conselho Fiscal na Governança Corporativa de uma empresa familiar

Após o falecimento de seu fundador Francisco Machado e, mais tarde, de seu sucessor e filho, José Carlos, a Cia Metal Machado (CMM) enfrenta uma crise de liderança com Sônia e Ana Beatriz (filhas de Francisco) no comando. A instabilidade agrava-se com a desconfiança dos demais herdeiros quanto à capacidade das duas irmãs de gerir a empresa. Em meio à pressão externa e conflitos familiares, a criação de um Conselho Fiscal é proposta para garantir transparência e adequada gestão durante um período crítico de transição. Este caso oferece uma rica discussão sobre estratégias de sucessão, desafios de gestão em empresas familiares e a influência de fatores externos nos negócios, como a pandemia de Covid-19. Como lidar com a falta de confiança dos acionistas e manter a governança eficaz? Qual é a melhor forma de resolver o conflito entre herdeiros e preservar o futuro da empresa? Como garantir o crescimento sustentável da empresa em um setor cíclico? Como membro do Conselho, qual a sua orientação?

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Gestão de Risco e a importância da composição do Conselho

O caso do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, MG, ocorrido em 2019, destaca-se como um dos maiores desastres humanitário, industrial e ambiental da história do Brasil, resultando na morte de 270 pessoas e graves consequências para a empresa, controladora da barragem. A tragédia trouxe à tona questões fundamentais sobre a governança corporativa e a responsabilidade de gestão da empresa. Qual é o papel do Conselho de Administração em tragédias dessa magnitude? Como o Conselho pode atuar para evitar desastres desta magnitude? É possível restaurar a confiança pública e dos investidores e acionistas?

Os casos são constantemente renovados para explorar dilemas reais e atuais de negócios ocorridos em diversos setores e países com objetividade e circunspecção, considerando os contextos de mercado e as necessidades das organizações.

  • Exercite e aprimore a tomada de decisão, habilidades e competências
  • Aplique os aprendizados na sua organização
  • Decida a partir da perspectiva do Conselho
  • Troque experiências com profissionais de diferentes setores

Faculty do Programa

Professores exclusivos, com vasta experiência prática adquirida por meio de um intenso e direto contato com a realidade do mercado brasileiro.

Adriana Pugliese
Professora de Direito Empresarial. Advogada e Árbitra. Mestre e Doutora em Direito Comercial pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Advanced Management Program | IESE Business School.
Ana Claudia Karam
Sócia Fundadora da Insightsbr - Governança Estratégica. Embaixadora no Brasil da Universidade de Navarra. Doutora em Direito pela USP. Program for Management Development pelo IESE Business School.
César Bullara
Diretor e Professor do Departamento de Gestão de Pessoas e Professor de Ética nos Negócios. Coordenador do Centro de Estudos de Empresas Familiares. Doutor e Mestre em Filosofia pela Pontifícia Università dela Santa Croce.
Fernando Bagnoli
Professor de Direção Geral. Carreira executiva como Presidente da Quest International Ásia e Latam, Presidente da Steelcase do Brasil, Presidente da Umbro International Latam e Diretor Comercial da Dow Chemical Latam. Conselheiro e Presidente de Conselhos de Administração de Empresas Familiares.
Henk S. de Jong
Professor de Direção Geral. Foi CEO da Versuni e da Philips Domestic Appliances, Vice-Presidente Executivo e Membro do Conselho Executivo da Philips.
Jorge Mitsuru
Professor de Ética e Direção Geral. Doutor e Mestre em Engenharia | Escola Politécnica da USP. AMP IESE Business School.
José Paulo Carelli
Diretor Geral do ISE Business School e Professor de Direção Geral, Direção Financeira, Ética nos Negócios e do Núcleo de Humanismo e Empresa. Doutor em Governo e Cultura das Organizações, Universidade de Navarra.
Marcos Citeli
Diretor do Departamento de Contabilidade e Controle e Professor de Análise de Decisões, Negociação, Empresa-Família e Direção Geral. Experiência como conselheiro em diversas empresas.
Natália de Castro
Professora de Gestão de Pessoas, Contabilidade e Controle e Responsabilidade Social. Executive MBA IESE Business School. Experiência executiva como Controller no JP Morgan. Desenvolveu sua carreira no Brasil e América Latina nas diferentes áreas de Finanças.
Oscar Simões
Diretor e Professor dos Departamentos de Economia e Direção Financeira, além de professor do Departamento de Direção Geral. Doutor em Economia | EESP-FGV.
Pablo Regent
Professor de Direção Geral e Política de Empresa do IEEM – Escola de Negócios da Universidade de Montevideo. Ph.D. em Gestão – IESE, Universidade de Navarra.
Pedro Belisário
Diretor Acadêmico do ISE Business School, Professor de Análise de Decisões e Direção Financeira. Doutor em Gestão Financeira pelo IESE Business School. Engenheiro Eletrônico pelo IME.
Renato Fernandes
Diretor do Depto. de Direção Comercial e do Núcleo de Estudos em Negociação, Conflito e Comunicação. Doutorando na University of Rhode Island, College of Business.
Ricardo Engelbert
Professor de Inovação, Direção Geral, Empreendedorismo, Operações, Tecnologia e Informação. Doutor em Administração. Experiência como Diretor Executivo na GVT e Diretor de Internet e Novas Mídias na GRPCOM.
  • O compartilhar de diferentes experiências, as discussões apoiadas no Método do Caso e a oportunidade de trocar insights com professores e profissionais de diferentes setores do mercado contribuíram para inspirar ações de melhoria na empresa de forma imediata.

    Lucia Lisboa
    Lucia Lisboa Vice-Presidente Perfumaria Fina na Givaudan
  • Na convivência com “gigantes” e gigantescos em humildade, reconheci em meus pares essa virtude e pude trazer todo o conhecimento técnico e o exemplo incorporado para minha vida. Saio do ABLP com a certeza de que não se trata de tomar decisões técnicas, mas, sim, de assumir que nessas não se pode delegar a responsabilidade social, ou socioambiental.

    Rinaldo Rodrigues
    Rinaldo Rodrigues CEO - HUB4 Empresarial
  • Openmindness: As provocações dos professores me levaram a refletir sobre as dimensões aspiracionais além das estratégicas em minha prática profissional. Minha expectativa inicial era aprofundar o conhecimento sobre o papel do Conselho em uma empresa e efetivamente fui exposta às suas múltiplas responsabilidades e aos desafios de sua composição e gestão.

    Carla Duprat
    Carla Duprat Presidente do Conselho do Meu Futuro Digital, membro do Conselho Fiscal da Synergos Brasil e membro do Conselho Consultivo da AFESU, CEAP, Litro de Luz e Instituto Jatobás
  • O programa nos traz uma visão prática da real responsabilidade dos membros do Conselho de Administração na preservação dos interesses da empresa e da perenidade do negócio. A visão prática, de casos reais, ajuda a assimilar o alcance da responsabilidade dos membros do Conselho, dos Comitês Estatutários e dos Executivos no processo de governança e de tomada de decisão.

    Dilene Teixeira
    Dilene Teixeira Vice-Presidente Jurídica - Iguatemi Empresa de Shopping Centers S/A
  • Hoje tenho uma compreensão melhor do papel do Conselheiro da Administração. Muito mais clareza sobre a diferença entre a responsabilidade do Conselheiro e a responsabilidade do CEO. Me sinto mais preparado e com uma visão mais global sobre o papel do Conselheiro, seus objetivos, habilidades, desafios e como navegar em situações com alta volatilidade e grande incerteza.

    Jacques Rosio
    Jacques Rosio Senior Advisor - Advancy Brasil
  • O ABLP me proporcionou o aprofundamento em temas e conceitos que estão transformando as organizações e gerando desafios crescentes para os conselheiros. A profundidade e diversidade nas discussões agregaram muito valor e propósito em minha visão sobre os Conselhos.

    Dorival Dourado
    Dorival Dourado Conselheiro no Banco BMG, Conselho Global da Semantix Inc. e na Omni Financeira
  • "Agora, compreendo melhor minhas possibilidades e o impacto das minhas escolhas nessa jornada de evolução. Como alumni do terceiro programa na Escola, continuo encantada com a qualidade dos docentes e a rica interação com os colegas de turma. O ISE oferece uma abordagem profunda e pragmática, onde todos os aprendizados são aplicados desde o primeiro dia. Não se trata de tabela ou manuais, mas em aprimorar a qualidade de julgamento para tomada de decisões e ações."

    Maria Susana
    Maria Susana Sustainability, Culture & People Vice President na RaiaDrogasil ABLP '24
  • Lidar com temas diversos, desde a alocação de capital em relação a riscos, passando por sucessão empresarial e até como sustentar valores empresariais em meio a uma crise, fizeram parte da minha jornada no ABLP. A reafirmação da dimensão humana como principal direcionador das organizações a despeito da grande evolução tecnológica foi o que realmente marcou minha experiência no Programa.

    Luiz Aguiar
    Luiz Aguiar Founder & Business Designer na LA Estratégia ABLP’23

Governança por nosso
corpo acadêmico

Governança, Protocolo e Sucessão para a Longevidade dos Negócios da Empresa Familiar

Uma conversa profunda com Maria de Fátima Carioca, Dean da AESE, escola irmã do ISE Business School em Portugal, sobre os desafios e as virtudes das empresas familiares. A partir de sua trajetória profissional, ela compartilha uma visão prática e humanista sobre governança familiar.

Uma Agenda para a Longevidade das Empresas Familiares Brasileiras

Você sabia que 75% das empresas familiares no Brasil encerram suas atividades após a sucessão para a próxima geração? Como garantir que o negócio sobreviva a esse desafio? Neste artigo, o Prof. Marcos Citeli explora as estratégias essenciais para que empresas familiares prosperem ao longo das gerações, desde a harmonização dos papéis familiares e empresariais até a profissionalização e planejamento sucessório.

Stock Options e Tributação no Brasil

Recentemente, a primeira seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) definiu que os planos de stock options possuem natureza mercantil, o que significa que o IRPF só será cobrado no momento da venda das ações, se houver ganho de capital. Isso traz mais segurança jurídica e pode incentivar o uso desses planos no Brasil, mas levanta a questão: será justo deixar de cobrar imposto de renda no momento da aquisição?

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